terça-feira, 26 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Pincípios Divinos para Melhorar seus Relacionamentos
Darly Maciel
Considere os exemplos:
- Aproximadamente 925 milhões de pessoas no mundo não comem o suficiente para serem consideradas saudáveis, o que significa que uma em cada sete pessoas no planeta vai para a cama com fome todas as noites.
- Quantas pessoas você acha que estão sem teto? Quantas crianças dormem todas as noites nas ruas, tendo como cama apenas o pavimento?
- O crescente número de pessoas infectadas pelo vírus da Aids, que já é pelo menos 45 milhões de pessoas no mundo.
- Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica.
Pense, como você desenharia a face do mundo?
A estratégia que mais usamos é massificar o sofrimento. Para evitar a dor, preferimos visualizar os que sofrem como massas sem rosto, não como indivíduos. Afinal, é fácil falar em tragédias, elas acontecem claro, mas não foi meu irmão que morreu; uma mulher é espancada a cada quinze minutos? Sim, mas eu não sinto os socos, então simplesmente transformamos a experiência em estatística.
Porém, a tormenta sobre o nosso planeta está se intensificando, a ponto de atingir o mundo particular das pessoas e sentimos que está chegando a hora em que essa estratégia não vai funcionar mais, afinal, quem não percebe que hoje estamos todos vulneráveis?
“Com tanta informação e tantos avanços incríveis na compreensão do Universo, como é possível que a fome, a opressão e a tirania ainda dominem o cenário?” pode alguém perguntar.
O problema é que tentamos fazer com que a ciência cumpra uma tarefa que não lhe foi designada. A razão pela qual as calamidades continuam, é que elas não são um problema científico ou tecnológico. Os piores problemas da nossa época não são de natureza científica, mas sim de natureza moral.
Considere o exemplo da fome, há quantas pessoas famintas, não por causa de escassez de alimento no mundo, mas por causa da desigualdade na sua distribuição? Desigualdade que é resultado de uma distribuição ainda mais desigual de riqueza, educação e meios de produção e transporte. A opressão e a negligência dos que não têm nada por aqueles que tem demais só pode ser um problema moral, e que também é demonstrado nos casos da violência doméstica, dos vícios e o estilo de vida que tornou a Aids uma das maiores doenças da história.
Se todos esses problemas fossem problemas científicos ou tecnológicos, já teriam sido resolvidos há muito tempo, pois somos realmente bons nisso!
Algumas pessoas ainda continuam apegadas ao princípio de auto-suficiência, “Eu posso” Minha inteligência, minha força, meu espírito empreendedor, meu “seja lá o que for”... É sempre eu e minha capacidade que salvaremos o mundo...
Por quanto tempo mais continuaremos insistindo em procurar soluções onde elas não existem? Por quanto tempo continuaremos frustrados com a incapacidade da ciência de oferecer respostas reais ou eficazes? Quantas evidências mais terão que nos bater na cara antes de aceitarmos a realidade?
“QUAL É A SOLUÇÃO?”
Antes de continuar, quero fazer-te um convite e uma promessa.
Convido-o a considerar comigo o significado da lei moral, isto é, os 10 mandamentos para o século XXI.
Os e-mails que seguirão, deverá incentivá-lo a envolver-se, a pensar por si e chegar às suas próprias conclusões.
A promessa é de que jamais pedirei que você aceite cegamente qualquer coisa que for dita sobre esse assunto, você terá oportunidade de provar por si mesmo a validade desses tais princípios.
Então, não hesite. Vamos em frente e aceite este convite para tornar os Dez Mandamentos parte de nossa vida. Você se alegrará por tê-lo feito.
(recebido via e-mail)
quinta-feira, 14 de março de 2013
Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Veja isso!
Assinta esse vídeo antes que a Globo o tire do ar...
Povo de Deus precisamos fazer alguma coisa!
terça-feira, 12 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Franklin Ferreira – O Cristão e a Cultura
Uma definição de cultura
Antes de falarmos da relação do cristão com a cultura, é necessário definirmos o que é cultura:
- Em sentido amplo, refere-se ao cultivo de hábitos, interesses, língua e vida artística de uma nação: histórias, símbolos, estruturas de poder, estruturas organizacionais, sistemas de controle, rituais e rotinas.
- Tudo o que caracteriza uma realidade social de um povo ou nação, ou então de grupos no interior de uma sociedade: valores, atitudes, crenças e costumes.
Não raro o cristão se torna uma
subcultura dentro de uma nação. Ele tem seus valores, atitudes, crenças e
costumes. Mas daí, surgem as perguntas: O cristão pode participar das
festas nacionais? O cristão pode beber? Como o cristão lida com arte,
cinema, etc.? O cristão pode ser um diretor, ator, etc.? O cristão pode
ouvir música do mundo? Como o cristão lida com economia, política,
filosofia? O cristão deve impor sua cultura quando sai em missões? O que
pode ser tolerado? O que deve mudar?
Modelos de como os cristãos lidaram com a cultura ao longo da história
Para falar sobre o cristão e a cultura,
precisamos lembrar que a igreja não nasceu em nossa geração. Temos que
ser humildes e olharmos para a história da igreja para ver como os
cristãos do passado lidaram com a cultura.
H. Richard Niebuhr (1894-1962), apresentou em seu livro Cristo e cultura (download gratuito)
cinco categorias de classificação do relacionamento entre o cristão e a
cultura, fornecendo, assim, ferramentas para descrever a forma que os
cristãos encaram questões sociais, éticas, políticas e econômicas.
1. O cristão contra a cultura
Os que seguem esta corrente enfatizam
que, diante da natureza decaída da criação, é necessário que se criem
estruturas alternativas, e que estas sigam mais de perto o chamado
radical do evangelho. Esta posição foi afirmada no Didaquê, na Primeira
Epístola de Clemente, e nos escritos de Tertuliano (c.160–c.225) e dos
anabatistas do século xvi, como Michael Sattler (c.1490–1527).
Resumidamente, a cultura é caída, má e demoníaca; rejeite tudo. Exemplos:
“A filosofia é a matéria básica da sabedoria mundana, intérprete temerária da natureza e da ordem de Deus. De fato, é a filosofia que equipa as heresias… Ó miserável Aristóteles! Que lhes proporcionaste a dialética, esse artífice hábil para construir e destruir, esse versátil camaleão que se disfarça nas sentenças, se faz violento nas conjecturas, duro nos argumentos, que fomenta contendas, molesta a si mesmo, sempre recolocando problemas antes mesmo de nada resolver. Por ela, proliferam essas intermináveis fábulas e genealogias, essas questões estéreis, esses discursos que se alastram, qual caranguejos, e contra os quais o Apóstolo nos adverte na sua carta aos Colossenses: ‘Cuidado que ninguém vos venha a enredar com suas sutilezas vazias, acordadas às tradições humanas, mas contrárias à providência do Espírito Santo’. Este foi o mal de Atenas… Ora que há de comum entre Atenas e Jerusalém, entre a Academia e a Igreja, entre os hereges e os cristãos? Nossa formação nos vem do pórtico de Salomão, ali nos ensinou que o Senhor deve ser buscado na simplicidade do coração. Reflitam, pois, os que andam propalando seu cristianismo estóico ou platônico. Que novidade mais precisamos depois de Cristo? [...] Que pesquisa necessitamos mais depois do Evangelho? Possuidores da fé, nada mais esperamos de credos ulteriores. Pois a primeira coisa que cremos é que para a fé, não existe objeto ulterior.” (Tertuliano, De praescr. haeret., VII)
“Quarto, unimos nossas forças no que diz respeito à separação do mal. Devemos nos afastar do mal e da perversidade que o diabo semeou no mundo, para não termos comunhão com isso e não nos perdermos na confusão dessas abominações. Aliás, todos que não aceitaram a fé e não se uniram a Deus para fazer a sua vontade são uma grande abominação aos olhos de Deus. Deles não poderão acrescentar ou surgir nada mais do que coisas abomináveis. Não existe nada mais no mundo e em toda a criação do que o bem e o mal, crentes e incrédulos, trevas e luz, os que estão no mundo e fora do mundo, os templos de Deus e dos ídolos, Cristo e Belial, e nenhum deles poderá ter comunhão um com o outro. Para nós, pois, é obvio o imperativo do Senhor, pelo qual nos ordena que nos afastemos e nos mantenhamos longe dos maus. Assim, ele será nosso Deus e nós seremos seus filhos e filhas. Além disso, ele nos exorta a abandonar a Babilônia e o paraíso terreno egípcio, para não passar pelos sofrimentos e dores que o Senhor enviará sobre eles. (…) Devemos nos afastar de tudo isso e não participar com eles. Porque tudo isso não passa de abominações, que nos tornam odiosos diante do nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos libertou da escravidão da nossa natureza pecaminosa e nos tornou aptos para o serviço de Deus, por meio do Espírito que nos ortogou.” (Confissão de Schleitheim, IV)
2. O cristão da cultura
Os ensinos do evangelho têm íntima
relação com as estruturas culturais, num processo de acomodação a esta.
Ou seja, toda e qualquer cultura é incorporada no cristianismo.
Apesar das objeções que são lançadas a
esta posição, ela tem sido influente na história da igreja. Os ensinos
de gnósticos do século III, Abelardo de Paris (1079–1142) e dos teólogos
liberais do século XIX refletem esta posição.. A igreja evangélica na
Alemanha, por influência deste entendimento, trocou seu nome para Igreja
do Reich e seus pregadores juraram obediência a Hitler.
O fundamentalismo americano acabou
espelhando esta posição, afirmando os valores básicos da cultura dos
Estados Unidos. Aqui no Brasil, se por um lado rejeitamos toda cultura
local (o cristão contra a cultura), por outro acabamos abraçando a
cultura americana (o cristão da cultura), como se ela fosse uma cultura
cristã e achamos que uma cultura é intrinsicamente superior a outra.
3. O cristão acima da cultura
Este é o conceito católico, influenciado
por Clemente de Alexandria (c.150–c.215) e Tomás de Aquino (1225–1274),
que busca uma unidade entre o cristão e a cultura, onde toda a
sociedade aparece hierarquizada. Na Idade Média o ensino eclesiástico
alcançou quase todos os aspectos da sociedade: suas práticas religiosas
formaram o calendário; seus rituais marcaram momentos importantes
(batismo, confirmação, casamento, ordenação) e seus ensinamentos
sustentavam crenças sobre moralidade, significado da vida e a vida após a
morte. A igreja e sua mensagem são institucionalizadas e o que deveria
ser condicionado culturalmente é absolutizado. Neste terceiro modelo, o
que é levado não é o evangelho, mas uma cultura.
4. O cristão e a cultura em paradoxo
Posição comumente associada a Martinho
Lutero (1483-1546) e Søren Kierkegaard (1813-1855). Esta posição mantém o
entendimento bíblico da queda e da miséria do pecado, e o chamado para
se lidar com a cultura. A relação do cristão com a cultura é marcada por
uma tensão dinâmica entre a ira e a misericórdia.
Lutero enfatizou este tema com sua
doutrina dos “dois reinos”: a mão esquerda, mundana, segura a espada do
poder no mundo, enquanto a mão direita, celeste, segura a espada do
Espírito, a Palavra de Deus. Não se pode tentar coagir a fé, nem se pode
tentar acomodar a fé aos modos seculares de pensamento.
Um exemplo: espancamento feminino. A
mulher deve processar o marido? Nesta visão paradoxal, como cristã, ela
não deveria (pois o crente não leva outro ao tribunal secular), mas como
cidadã, sim. Então, a mulher vive um conflito paradoxal.
5. O cristão como agente transformador da cultura
A cultura deve ser levada cativa ao
senhorio de Cristo. Sem desconsiderar a queda e o pecado, mas
enfatizando que, no princípio, a criação era boa, os que estão nesse
grupo enfatizam que um dos objetivos da redenção é transformar a
cultura. Sendo assim, por mais iníquas que sejam certas instituições,
elas não estão fora do alcance da soberania de Deus. Ou seja, mesmo
sabendo da queda, o cristão não abandona a cultura (o cristão contra a
cultura), mas busca redimi-la, levá-la aos pés de Cristo.
Agostinho (354-430), João Calvino
(1509-1564), John Wesley (1703-1791) e Abraham Kuyper (1837-1920) são
alguns dos que entenderam que os cristãos são agentes de transformação
da cultura, posição que é exposta nesta obra de Niebuhr. Em Apocalipse,
vemos que Deus redime tanto a pessoa, como a diversidade cultural.
Nesta posição, não há divisão entre o
sagrado e o profano – essa é uma dicotomia católica (a divisão
sagrado/profano afirma que na igreja fazemos atividades sagradas e, no
mundo, atividades profanas; ou seja, rezar, ser padre é algo sagrado,
mas construir um prédio e ser um engenheiro são coisas profanas). A
divisão bíblica é entre o que é santo e está em pecado; e que está em
pecado deve ser santificado.
Relatório de Willowbank
A afirmação de que o cristão é um agente
transformador da cultura pode ser resumida na compreensão de que “uma
vez que o homem é criado por Deus, parte de sua cultura será rica em
beleza e bondade. Por causa da queda e do pecado do homem, toda a sua
cultura [usos e costumes] está manchada pelo pecado, e parte dela é
demoníaca” (Pacto de Lausanne §10) — o evangelho nunca é hóspede da
cultura, mas sempre seu juiz e redentor.
O Grupo de Teologia e Educação de
Lausanne propôs um modelo hierárquico de ação sobre a entrada do
evangelho na cultura (Relatório de Willowbank, 1978) que pode ser de
auxílio em nosso trato com a cultura ao nosso redor.
Categoria de costumes
Como um missionário deve proceder em uma
cultura diferente? O Relatório de Willowbank propõe uma relação
quádrupla do cristão com a cultura:
- Alguns costumes não podem ser tolerados, como a idolatria, infanticídio, canibalismo, vingança, mutilação física, prostituição ritual, entre outros.
- Alguns costumes podem ser temporariamente tolerados [por uma geração], como a escravidão, o sistema de castas, o sistema tribal, a poligamia, entre outros.
- Há alguns costumes cujas objeções não são relevantes para o evangelho, como o costume de o homem e a mulher sentarem separados nos cultos, os costumes alimentares, vestimentas, hábitos de higiene pessoal, entre outros.
- Assuntos secundários (adiáforos) sobre os quais há controvérsias mas que pode-se ter liberdade de análise, como escatologia, governo da igreja, ceia e batismo
Exemplo do ponto 2: quando chefes
tribais polígamos se convertiam, eles eram obrigados pelos missionários a
abandonar todas suas esposas, que ou morriam de fome ou se prostituiam,
podendo morrer apedrejadas. Vendo isso, os missionários acharam uma
medida sábia não exigir desse chefe tribal o abandono da poligamia, mas
exigir tal atitude da próxima geração de cristãos.
Aplicação do ponto 3: Se você é um novo
pastor, não tente mudar a cultura da igreja, se ela se encaixa neste
nível. Pregue o evangelho!
“Não se distinguem os cristãos dos demais, nem pela região, nem pela língua, nem pelos costumes. (…) Seguem os costumes locais relativamente ao vestuário, à alimentação e ao restante estilo de viver, apresentando um estado de vida admirável (…). Enquanto cidadãos, de tudo participam, porém tudo suportam como estrangeiros. (…) Se a vida deles decorre na terra, a cidadania, contudo está nos céus. Obedecem as leis estabelecidas, todavia superam-nas pela vida. Amam a todos, e por todos são perseguidos (…) Para simplificar, o que é a alma no corpo são no mundo os cristãos”. (5-6) (Epístola a Diogneto)
Bibliografia Complementar
No final da palestra, Franklin Ferreira apresentou uma bibliografia sobre o assunto:- Bruce J. Nicholls – Contextualização: uma teologia do evangelho e cultura
- H. Richard Niebuhr - Cristo e cultura (download gratuito)
- Comissão de Lausanne – O Evangelho e a Cultura
- Michael Horton – O Cristão e a Cultura (leia um trecho)
- D. A. Carson – Cristo & Cultura: Uma releitura (Ferreira indicou este livro para quem quiser ler uma abordagem diferente sobre a questão – leia um trecho – leia uma resenha)
- Mauro Meister – Os Filhos de Deus e a Cultura Popular
- Cornelius Van Til – Cristo e Cultura
- Abraham Kuyper – Existe um lugar para a Arte, no Calvinismo?
- Solano Portela Neto – Cultura: A Fé Cristã é Contra ou A Favor?
- Ronaldo Lidório – Teologia Bíblica da Contextualização
Não sei se vocês lembram, mas já falamos, de forma simplificada, sobre o assunto aqui no VE: Os 3 Rs do Envolvimento do Cristão com a Cultura.
Os 3R de Mark Driscoll (Rejeitar, Receber ou Redimir) encaixam-se bem
nos quatro pontos apresentados pelo Relatório de Willowbank.
Por: Franklin Ferreira. Palestrado no dia 11/02/13, na 15ª Consciência Cristã (VINACC). Copyright © Franklin Ferreira.Resumo por: Voltemos Ao Evangelho. Original: Franklin Ferreira – O Cristão e a CulturaPermissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Participe do Shockwave - uma onda de oração pela Igreja Perseguida
Olá, pessoal!
Faltam apenas oito dias para o SHOCKWAVE 2013 e queremos convidá-lo para participar desta onda de oração pela Igreja Perseguida! O Shockwave é um evento internacional de oração, organizado pelo underground, que acontece sempre no primeiro final de semana de março. Neste ano, jovens do mundo todo se unirão como um só Corpo para orar pelos cristãos chineses. Oração que vai impactar o mundo!
Para participar basta organizar, entre os dias 1 e 3 de março, uma reunião, culto, vigília ou encontro de oração. Pode ser em sua igreja, casa, trabalho, faculdade, em um parque, na praia ou qualquer lugar que achar melhor. Você pode reunir milhares de pessoas ou apenas sua família. O importante é orar pelos cristãos chineses durante este final de semana!
Visite nosso site saiba mais sobre o Shockwave 2013 e faça o download de materiais de apoio para sua reunião, como uma peça de teatro, pedidos de oração, lista de prisioneiros chineses, notícias, ideias criativas de oração, vídeos, materiais de divulgação e muito mais!
Faltam apenas oito dias para o SHOCKWAVE 2013 e queremos convidá-lo para participar desta onda de oração pela Igreja Perseguida! O Shockwave é um evento internacional de oração, organizado pelo underground, que acontece sempre no primeiro final de semana de março. Neste ano, jovens do mundo todo se unirão como um só Corpo para orar pelos cristãos chineses. Oração que vai impactar o mundo!
Para participar basta organizar, entre os dias 1 e 3 de março, uma reunião, culto, vigília ou encontro de oração. Pode ser em sua igreja, casa, trabalho, faculdade, em um parque, na praia ou qualquer lugar que achar melhor. Você pode reunir milhares de pessoas ou apenas sua família. O importante é orar pelos cristãos chineses durante este final de semana!
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SETUBAS!
Equipe underground Brasil
Equipe underground Brasil
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Impacto de Carnaval 2013
Restaurados para Restaurar
Depois do Retiro Restauração acontecido nos dias 1,2 e 3 de fevereiro em que
descemos a casa do oleiro para nas mãos dEle nos quebrar e por Ele sermos restaurados.
“Mas o vaso de barro que ele estava
formando estragou-se em suas mãos; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo
com a sua vontade.” Jeremias 18:4
Saímos de lá nos perguntando: e agora? Um vazo restaurado faz o que?
“Seu povo reconstruirá as velhas ruínas e
restaurará os alicerces antigos; você será chamado reparador de muros,
restaurador de ruas e moradias.” Isaias
58:12
Essa
é a resposta: Ele Reconstrói; Restaura; e Repara.
Foi o que fizemos nos dia 8 a 13 de
fevereiro, final de semana seguinte.
Meditação da Palavra
Artes como estrategia de Evangelismo
Não faz sentido ser restaurado se não for
para reconstruir, restaurar e reparar. É como aprender a ler e não ler. O Senhor nos chamou e nos restaurou, agora
é nossa vez...
Pr
Rodrygo Gonçalves
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
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