quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Relembrando - Vídeo do Impacto de Carnaval 2012

Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança. Lm 3:21



Estamos em oração para os preparativos do Impacto de Carnaval 2014, em meio as lutas Deus nos lembra as vitórias que nos levou a conquistar.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Natal em Jutuba


No dia 15 de dezembro, estivemos com uma equipe de vario lugares para realizar o natal em Jutuba. 


Todos as crianças receberam brinquedos, as famílias cestas básicas, bíblias e principalmente a palavra de Deus ministrada pelo Pr. Haroldo.


Queremos agradecer primeiramente a Deus nos conduz e nos faz persevera nesta missão, quero a gradecer ao Humberto, que não só essa vez mas sempre tem levado equipes até Jutuba para nos ajudar,  ao Pr. Fabio e a Assembleia de Deus da Praça do Marex, ao Pr. Harou do e a Assembleias da Terra Firme, e a todos que nos ajudaram, ofertaram e oraram por nos.
Pr. Rodrygo Gonçalves 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

1º Encontro dos Ritmos

No dia 30 de Novembro, na Assembleia de Deus da João Paulo II, aconteceu o 1º Encontro dos Ritmos que contou com a presença...
 
Ministério de Louvor Prostrados
 
Amor de Tal
 
Cia Kairos
 
Ministério Reconciliação
 
Queremos agradecer a todos que contribuíram para realização deste evento, aos que compareceram, acreditamos que este foi apenas o primeiro. Mas o foco principal é Missões...


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Dez coisas que Mandela ensina

1. As distinções de raça, gênero e religião que caracterizam os seres humanos são menores do que seu estatuto comum de seres criados à imagem e semelhança de Deus

2. É possível sofrer o mal sem se tornar malvado

3. Valores como integridade, humildade e generosidade andam na contramão do mundo, mas apontam o norte verdadeiro

4. O amor é maior que o ódio, o perdão é maior que a vingança

5. A dignidade de um ser humano é seu patrimônio inalienável

6. Grandes mudanças políticas podem acontecer sem derramamento de sangue, e extraordinárias transformações sociais podem ser conquistadas pacificamente

7. O sofrimento se apequena diante de um coração alegre

8. Um espírito livre jamais pode ser encarcerado

9. O cuidado do pobre, do fraco e do que sofre não é um gesto de caridade, é um ato de justiça

10. O amor ao poder é maligno e promove a morte, o poder do amor é divino e promove a vida

Ed René Kivitz

sábado, 7 de dezembro de 2013

Consumismo infantil na contramão da sustentabilidade

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Um evento em Brasília marcou o lançamento do caderno “Consumismo infantil: na contramão da sustentabilidade”, uma parceria do Instituto Alana com o Ministério do Meio Ambiente (MMA).  O objetivo da publicação é ajudar os pais e educadores a trabalharem com as crianças a diferença entre o “querer” e o “precisar”, além de abordar temas como sustentabilidade, descarte e consumo.

Medidas como o consumo de lanches feitos em casa, mais saudáveis e que geram menos lixo e descarte de embalagens, são incentivadas. O material também traz alguns dados preocupantes sobre a influência da publicidade no consumismo infantil. Dados do Ibope mostram que, hoje, as crianças passam mais de cinco horas por dia na frente da televisão. E que 64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças de 2011, foram direcionados ao público infantil (Alana/UFES).

O livreto é o terceiro volume da série Cadernos de Consumo Sustentável, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente. Durante 2013, o Ministério da Educação deverá distribuir 70 mil exemplares da obra; o Ministério do Meio Ambiente, 10 mil e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), mais 15 mil em todo o território brasileiro.

Que tal aproveitar as dicas da cartilha e começar a ensinar a seus filhos alternativas ao consumo sem reflexão? O documento está disponível para download.

O evento de lançamento do caderno em Brasília contou com as presenças de Gabriela Vuolo, Coordenadora de Mobilização do Alana; Samyra Crespo, Secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente; Angélica Goulart, Secretária Nacional da Criança e Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; e Juliana Pereira, Secretária Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Efeitos religiosos do Brasil República


Ultimato relembra o Dia da Proclamação da República e reproduz a seguir um trecho do clássico Cristianismo e Política do saudoso bispo Robinson Cavalcanti. O teólogo e cientista social lembrava os efeitos da separação entre Igreja e Estado com o início do Brasil República.

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A República trouxe a separação entre a Igreja e o Estado. Foram assegurados direitos iguais para todas as religiões. Os cemitérios foram entregues às prefeituras e o casamento civil foi instituído, desconhecendo-se os casamentos religiosos. Já não se deveria ensinar religião nas escolas, nem o governo subvencionar as escolas religiosas. Os membros das comunidades religiosas que incluíram o voto de obediência foram privados de seus direitos políticos. O clero perdeu suas imunidades e teve o seu salário pago pelo Estado apenas por mais um ano. A Constituição de 1891 sequer invocava o nome de Deus. O positivismo e o liberalismo eram as ideologias dos líderes do novo regime.

A Igreja Romana saudou o rompimento das amarras que a prendiam ao Estado, mas protestou pela perda dos privilégios. A Santa Sé veio em seu socorro, procurando dinamizá-la. Em 1901 foi nomeado um núncio apostólico e em 1905, o primeiro cardeal. Se em 1889 havia apenas treze dioceses, esse número chegava a 58 em 1920. Para suprir a falta de vocações, passou-se a importar maciçamente sacerdotes estrangeiros. Uma ação pastoral se voltou para a incipiente classe média e para as elites intelectuais (àquela altura afastada da Igreja em quase sua totalidade). Para sustentar o clero e as obras das ordens religiosas, passou-se a cobrar dos fiéis uma taxa pelos serviços prestados (casamentos, batizados, funerais etc.).

A tarefa dos cardeais da primeira República, Joaquim Arcoverde e Sebastião Leme, foi tentar uma recristianização do Brasil, um aumento da influência do catolicismo romano na sociedade, já que o Estado se mostrava distante e arredio. Um clero ultramontano europeu ou europeizado procurou restaurar a ortodoxia, atacando, em agressiva apologética, o protestantismo, a maçonaria e o socialismo. A religião se elitizava e se desnacionalizava. Ênfase particular era dada aos sacramentos e ao crescimento espiritual individualmente.

(...)

Os primeiros sinais de reaproximação entre a Igreja e o Estado republicano se deram durante o governo de Epitácio Pessoa (1919-1922), prosseguindo durante o governo de Arthur Bernardes (1922-1926), quando este visitou oficialmente o cardeal Leme. Na crise de legitimidade do governo da República Velha, procurou-se o apoio da Igreja, outra vez reconhecida como condutora das massas.

Embora a ausência de discriminações legais não significasse, na prática, uma melhoria na vida e no ministério dos protestantes, o fato de serem iguais perante a lei, era um avanço muito grande. A Igreja Romana, porém, já não contando com o apoio do Estado para reprimir as “novas seitas”, passou a mover toda sorte de perseguição no nível sociológico, mobilizando as turbas fanatizadas e ignorantes, com a complacência e, muitas vezes, a cooperação das autoridades locais. A fé evangélica se expandia ao custo de uma perseverança e de enfrentamentos a desafios que chegavam ao heroísmo. Epopeia e saga à qual não faltaram os seus mártires, esquecidos pelas gerações futuras.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Os novos órfãos

Na escala da opressão, em via de regra os textos bíblicos falam do estrangeiro, da viúva e do órfão. Há uma clara intenção de que esses grupos, que nesse contexto são aqueles que estão em situação de desvantagem, que precisam de uma maior proteção.

O órfão, na perspectiva bíblica, é aquele proporcionalmente que sofre com maior crueldade os males da injustiça, por isso, é notório que ele tenha uma atenção especial. De todos que tiveram o azar de estar abandonada a própria sorte, são esses que estão em maior situação de maior vulnerabilidade social. estão abandonados a própria. Isaías chega a nos dizer que o culto que Deus deseja é aquele que faz o bem, procura a Justiça, ajuda e oprimido, mas sem esquecer do órfão (Isaías 1.17). Qual tipo de religiosidade que não considere esses valores, se prostitui e macula a adoração ao Senhor.
Quando pensamos quem seria o órfão hoje, não podemos nos furtar de imaginar dos
 
jovens, crianças e adolescentes que estão a margem por conta da falta de oportunidade de vida digna. Órfãos hoje não apenas aqueles que não tem pai e mãe, mas todos esses ainda em fase de desenvolvimento que não tem um sistema que os garanta viver em plenitude suas potencialidades.
 
Esse “novo órfão“ são os que mais sofrem com a violência brasileira, seja causada pela bala, pela imoral falta de investimento em políticas públicas específicas para o mundo juvenil ou pelo não cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente. Essa definição pode ser também dita para a juventude negro que padece um crescente genocídio que os aniquila.
 
Essa fase da vida, tratada ainda como uma época problemática do ser humano, retrata apenas que o problema maior é o mundo adulto que não zela por esses e acha que a solução é tão simplesmente encarceramento dos mesmos. Uma total inversão que denuncia o quão longe a equidade é um sonho e que não observa a sabedoria bíblica nos ensina: “Educa a criança no caminho em que deve andar, E ainda quando for velho, não se desviará dele“. Provérbios 22:6
 
No livro de Salmos, que registra preces, clamores e intercessões diante do Senhor, nos lembra que essa fase especial do mundo juvenil, deva ser cultivada com afinco e esculpida com esmero. ”Que os nossos filhos, na sua juventude, sejam como plantas em crescimento; que as nossas filhas sejam como colunas esculpidas de palácios”. (Salmos 144:12).
 
“Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão.” Deuteronômio 24.17
 
Nossa oração é:
Senhor Nosso,
Não nos deixe esquecer que o Teu Reino não permite que deixemos de lados aqueles que esse mundo mal os transformou em órfãos de direitos e oportunidades.
Que a nossa adoração seja antes de tudo uma voz que clama pela justiça. Reconhecemos, ó Deus, a nossa responsabilidade de fazer com que o Brasil seja mais justo e confessamos nossa culpa pelos jovens e adolescentes que são engolidos pela lógica perversa da violência.
Nos dê a sua graça para servir e amar. Faz-nos vencer o medo irracional que hoje reina entre nós e que nos impede de tocar nos intocáveis desse mundo.
Em Cristo, que por meio do Seu Sangue, Tu nos adotaste eternamente.
Amém.
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Caio César Sousa MarçalSecretário de Mobilização da Rede FALE

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Oremos pelas Filipinas

O desastre natural mais mortal das Filipinas 

haiyan filipinas Equipes cristãs de socorro ajudam vítimas do maior tufão da história

Durante o fim de semana, em sua passagem pelas Filipinas, Haiyan deixou pelo menos 10 mil mortos e 2 mil desaparecidos, cifras que fazem dele o desastre natural mais mortal já registrado no país, segundo estimativas das autoridades divulgadas neste domingo.


Duas ilhas do centro do arquipélago filipino, Leyte e Samar, que estavam em plena trajetória do Haiyan quando ele atingiu o país, na madrugada de sexta-feira, foram especialmente afetadas.

Em Tacloban, capital da província de Leyte, o tufão deixou imagens apocalípticas, com filas de homens, mulheres e crianças andando pelas estradas com o nariz coberto para se proteger do cheiro dos corpos sem vida.

"Tacloban está totalmente destruída. Algumas pessoas estão perdendo o juízo pela fome ou pela perda de suas famílias", contou este domingo à AFP o professor do ensino médio Andrew Pomeda, de 36 anos, alertando para o desespero crescente dos sobreviventes.

Socorristas pareciam sobrecarregados em seus esforços para tentar ajudar os incontáveis sobreviventes. Centenas de policiais e soldados foram mobilizados para conter os saques na cidade costeira, enquanto os Estados Unidos anunciaram que irão enviar ajuda militar, atendendo a um apelo do governo filipino.

"As pessoas estão ficando violentas. Estão saqueando estabelecimentos comerciais, shoppings, apenas para encontrar comida, arroz e leite. Estou com medo de que em uma semana as pessoas possam matar por causa da fome", acrescentou o professor Pomeda.

Um homem, Edward Guialbert, perambulava entre os cadáveres para recuperar alimentos em conserva sob os escombros de uma casa. Mais adiante, um açougue que por milagre permaneceu intacto foi saqueado por uma multidão. Um comboio de ajuda da Cruz Vermelha também foi saqueado.

"Nós nos reunimos com o governador (da província de Leyte) na noite passada e, baseando-nos nas estimativas do governo, há 10.000 vítimas (fatais)", declarou à imprensa Elmer Soria, funcionário de alto escalão da polícia de Tacloban, a capital da província de Leyte, na ilha de mesmo nome.

Em Samar, porta de entrada do tufão no país na sexta-feira, foi confirmada a morte de ao menos 300 pessoas na pequena cidade de Basey, e outras 2.000 estão desaparecidas em toda a ilha, indicou Leo Dacaynos, membro do conselho de gestão de catástrofes, à rádio DZBB.

Também foi confirmada a morte de dezenas de pessoas em outras cidades e províncias devastadas pelo super tufão.

Muitas localidades permaneciam incomunicáveis e as autoridades enfrentavam muitas dificuldades para agir devido à magnitude da catástrofe e ao número de vítimas a serem resgatadas.

"Ocorreram grandes destruições (...) A última vez que vi algo parecido foi durante o tsunami no oceano Índico, que deixou 220.000 mortos em 2004", afirmou Sebastian Rhodes Stampa, chefe da equipe da ONU encarregada da gestão de desastres que se encontrava em Tacloban.

Vários países ofereceram ajuda às Filipinas. Os Estados Unidos fornecerão helicópteros, aviões, barcos e equipamentos destinados à busca e ao resgate, após um pedido feito por Manila, indicou o secretário americano da Defesa, Chuck Hagel.

Austrália e Nova Zelândia entregaram neste domingo quase meio milhão de dólares (370.000 euros) à Cruz Vermelha das Filipinas e indicaram que podem fornecer ajuda adicional.

A UNICEF preparou 60 toneladas de ajuda sanitária, que deve chegar ao país na terça-feira, e o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PAM) está organizando o envio de 40 toneladas de alimentos.

Todos os anos, as Filipinas são atingidas por cerca de vinte tempestades e tufões entre os meses de junho e outubro.

Moradores preparam sacos de areia para reforçar um dique do mar na província de Phu Yen, no Vietnã (Foto: Vietnam News Agency/AFP)

Além dos tufões, o país sofre regularmente com a ira da natureza, em forma de terremotos ou erupções vulcânicas, com um balanço de vítimas fatais cada vez maior.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Para terminar esse ciclo de sugestões de livros: "Estratégias para o Plantio de Igrejas"


Introdução do Livro:

Creio que as estratégias de evangelismo e plantio de igrejas devem ser construídas de acordo com os fundamentos missiológicos numa perspectiva bíblica, contextualizada e aplicável.

(...)

As estratégias são formas através das quais aplicamos um princípio. O princípio da evangelização bíblica, cristocêntrica, mandatária e transformadora utilizará de diferentes formas em diferentes contextos para que a mensagem seja compreendida de maneira inteligível e relevante.

Na década de 50, com a invasão comunista na China, os poucos missionários protestantes foram forçados a deixar o país. Proclamou-se naqueles anos a morte da igreja chinesa, que contava com poucas centenas de convertidos maduros que, por sua vez, sofriam forte perseguição. A adoração pública a Deus foi tolhida, a evangelização e testemunho pessoal do evangelho, proibidos, as reuniões, perseguidas. Os programas de treinamento de líderes locais desapareceram juntamente com as organizações missionárias nesses primeiros anos. A igreja chinesa, porém, passou a utilizar ambientes menos públicos para se reunir, em grupos pequenos, transmitindo a mensagem a partir de relacionamentos sempre individuais, enfatizou a teologia bíblica que expõe o sofrimento necessário e produtivo dos santos e valorizou a Palavra que, contrabandeada, chegava aos lugares mais distantes. Esse pacote de aplicativos seria a estratégias utilizadas, de forma intencional ou não. As mesmas sempre variam de lugar para lugar, tempo para tempo, de circunstância para circunstância. Desejar uniformizar as estratégias evangelísticas e de plantio de igrejas seria uma ingenuidade do ponto de vista sócio-humano, visto que o homem muda, frequentemente, sua forma de se agrupar, relacionar, comunicar, compreender e vivenciar verdades. Os princípios, porém, permanecem.

Apesar de concordar com as expressões de Newbigin e Van Egen sobre a necessidade de uma evangelização direcionada ao homem e não ao grupo, e esse homem inserido no contexto da vida, desenvolveremos neste capitulo uma abordagem comunitária no processo de plantio de igrejas. Ou seja, exporei aqui possíveis estratégias a serem utilizadas para um grupo específico e não um indivíduo, seja um segmento social urbano, um bairro em uma cidade ou mesmo uma etnia definida.

download: http://instituto.antropos.com.br/downloads/ebooks_html/estrategiasparaoplantiodeigrejas/